C A H E R J

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Capelania Evangélica do Rio de Janeiro

segunda-feira, 24 de junho de 2013

CAPACITAÇÃO DE VISITADORES VOLUNTÁRIOS A ENFERMOS RJ 29JUN2013


CAPACITAÇÃO DE VISITADORES VOLUNTÁRIOS A ENFERMOS

Data: 29 JUNHO sábado 9 as 17horas

Local- Auditório do Hospital Semiu
             Av.Vicente de Carvalho,1159 Vila da Penha RJ

Contato: Capelão Antonio Guedes (21) 99913837
                e-mail: acaherj@gmail.com

inscrição:  R$ 20,00 (vinte reais|) 
                   apostila + locação equipamento video/som
objetivo:formação de equipe de vistadores a enfermos para atendimentos a unidades de saúde em:  Vila da Penha RJ + Meier RJ + Nova Iguacu RJ

O que é Capelania ?

“O ministério de Capelania Hospitalar Evangélico é a prática do amor por Cristo e pelo próximo, vestido em roupas de trabalho.”
É levar esperança aos aflitos, quando esses relatam suas dores e medos aos ouvidos atentos de quem experimentou na pele a dor e a perda e, consolado por Deus, se dispõe a levar o consolo a outros.  Um trabalho humanitário de solidariedade, uma tênue luz de esperança, confortando e ajudando o enfermo a lidar com a enfermidade, a engajar-se ao tratamento médico indicado, e até mesmo a preparar-se para enfrentar a morte, quando não há expectativas de cura mesmo a preparar-se para enfrentar a morte, quando não há expectativas de cura aflige, é sempre a graça, a misericórdia e o amor de Deus, em Sua busca por amizade e comunhão com o ser humano através de Cristo, que nos oferece o perdão e a vida abundante e eterna.

Missão da Capelania

A Capelania tem como missão atuar nos hospitais através de voluntários capacitados que levam amor, conforto e esperança aos pacientes, familiares e profissionais da saúde, vivendo a fé cristã através do atendimento espiritual, emocional, social, recreativo e educacional, sem distinção de credo, raça, sexo ou classe social, em busca contínua da excelência no ensino e no ministério de consolo e esperança eternos.

Os benefícios para os hospitais.

Os hospitais que contam com este ministério são melhor conceituados por terem visão holística, renovando a esperança  e a força para lutar e trazendo novo desejo de vida aos pacientes hospitalizados ou em tratamento ambulatorial.  Em muitos casos, a Capelania ajuda a preparar o paciente terminal e sua família  para enfrentar a morte próxima, trazendo-lhes consolo e esperança da vida eterna.

O cristão e a Politica - Fanklin Ferreira

Postado em 24/06/2013 sob Franklin FerreiraOutros,

O que o cristão deve pensar sobre política? Na última Conferência de Jovens perguntamos a Franklin Ferreira sobre o assunto e ele deu algumas diretrizes no vídeo abaixo. Lembrando que a gravação se deuantes dos protestos, então, não haverá nenhuma referência sobre elas.

quarta-feira, 19 de junho de 2013


A CAHERJ (Capelania Hospitalar Evangélica do Rio de Janeiro) é uma Associação interdenominacional, sem fins lucrativos, que tem como finalidade implantar Capelania em Hospitais onde o trabalho não é realizado e dar suporte a Capelanias já existentes que necessitem de apoio. Para isso a CAHERJ trabalha com parcerias e tem entre os seus parceiros a Sociedade Bíblica do Brasil, UCB Brasil e o Centro de Estudos do Hospital Evangélico do Rio de Janeiro. Nossa intenção é ampliar as instituições parceiras através da vinculação com a Associação Batista Norte.
            A CAHERJ atua no Rio de Janeiro representando a ACEH (Associação de Capelania Evangélica Hospitalar), presidida pela Capelã Eleny Vassão (SP), que tem uma atuação abrangente em todo país, conseguindo hoje atuar em todos os estados do Brasil e em mais outros treze paises.
            Atualmente a CAHERJ têm atuado nos seguintes hospitais:
-          Hospital Evangélico do Rio de Janeiro (Tijuca);
-          Hospital Geral SEMIU (Vila da Penha);
-          Fundação Bela Lopes de Oliveira (Botafogo);
-          Hospital Estadual Santa Maria (Jacarepaguá);
-          INCA HC-IV (Vila Isabel);
-          SASE – Unidade Caxias;
Hospital Municipal Conde Modesto Leal (Maricá).

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dia Mundial do Doador de Sangue: apenas 1,7% da população brasileira é doadora

Dia Mundial do Doador de Sangue: apenas 1,7% da população brasileira é doadora



Débora Spitzcovsky 14 de junho de 2013    'Super Interessante'


30 minutos é o tempo médio que uma pessoa gasta para doar 450 ml de sangue e ajudar a salvar a vida de outras três – entre vítimas de acidentes, mães com complicações durante o parto ou a gravidez, crianças anêmicas e pacientes com câncer.
Doar sangue não dói, é rápido, não afeta a saúde e faz uma grande diferença aos pacientes que necessitam de transfusão – no Brasil, a cada dois minutos uma pessoa precisa de sangue. Ainda assim, uma das maiores dificuldades da área da saúde é encontrar pessoas dispostas a doar sangue para suprir a demanda diária dos hospitais pelo tecido.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), anualmente, são coletadas 107 milhões debolsas de sangue – sendo que cerca de 50% dessas doações acontecem em países de alta renda, onde vive apenas 15% da população mundial. O número é vergonhoso, se levarmos em conta que o mundo possui bilhões de habitantes e que cada pessoa maior de 18 anos poderia doar sangue, no mínimo, uma vez por ano.
Brasil tem grande contribuição nessa situação: por aqui, apenas 1,7% da população é doadora, de acordo com o Ministério da Saúde (MS). Para a OMS, o recomendável é que, pelo menos, 5% dos habitantes de um país doem sangue. Ou seja, estamos bem mal na fita.
Para reverter essa situação, o melhor caminho, de acordo com a ONU, é investir em educação e infraestrutura e transformar a doação de sangue em uma questão prioritária das políticas nacionais de saúde.
O Planeta Sustentável também prestou sua homenagem à data. Reunimos, abaixo, iniciativas criativas que foram realizadas ao redor do mundo para incentivar a população a aderir à prática.A propósito, você já doou sangue nos últimos meses?
Foto: Divulgação/OMS

terça-feira, 11 de junho de 2013

AGORA - Poesia de Myrtes Matias

Poesia de Mirtes Matias

AGORA

Se queres dar-me uma flor;
Dá-me antes que eu morra...

Se podes hoje fazer o milagre
De um sorriso num rosto que chora,
Não coloques flores sobre tumbas;
Se queres dar-me uma flor, faze-o agora.

Se podes dar um lar ao órfãozinho,
Abrigo ao pobre que geme lá fora,
Não encolhas a mão - Deus está vendo;
Se podes dar-me uma flor, faze-o agora.

Se conheces o Eterno Caminho
Que leva ao templo onde a alegria mora,
Não guardes, egoísta, o teu segredo;
Se podes dar-me uma flor, faze-o agora.

Se podes dizer uma frase linda
Algo que faça a tristeza ir embora,
Dize-a enquanto posso agradecer sorrindo;
Se podes dar-me uma flor, faze-o agora.

O que farei das orações, das flores
Quando do mundo eu já não mais for?
Aos pés de Deus eu as terei tão lindas
Que não precisarei do teu amor.

Não esperes o instante da partida:
Se podes me fazer feliz, faze-me agora.
Para que chorar de remorso e saudade?
Custa tão pouco a felicidade:
Dá-me uma flor antes que eu vá embora.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O casamento não é fácil.

por: Claudia Cecconi de Pinho


Pegando carona na semana dos namorados, para pensar um pouco sobre o casamento....
"O casamento não é fácil!. O social é fácil, mas a intimidade nem sempre é tão fácil. Mas, nada é impossível, podem acreditar!

Não há receitas, o que pode dar certo conosco, pode não dar com outros casais, as pessoas são diferentes e cada um se adapta de uma forma no relacionamento, mas há princípios e fundamentos que precisam ser considerados e levados em conta, e se me permitem, queria falar sobre alguns:

Deus - Na cerimônia do casamento nos apresentamos a Deus e fazemos um juramento, dizemos que na pobreza e na riqueza, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença seremos fiéis aquela pessoa, e que só a morte poderá nos separar, e a bíblia diz: Que os dois tornam-se uma só carne. Muitos banalizam este juramento, e desistem dele, mas ele foi feito diante de Deus e para Ele. Então, não por medo, mas, porque contamos com a ajuda de Deus para levar este juramento adiante, poderemos ter condições de cumpri-lo. Quando casamos vamos até ao altar de Deus e o convidamos para fazer parte do nosso casamento. Então, pra mim, este é o primeiro e mais importante fundamento, pois, se construirmos nossa casa sobre a areia, vão vir as chuvas, tempestade e problemas e ela vai ao chão, mas se construirmos nossa casa sobre a rocha, que é Deus, virá o que for, Deus a susterá, apenas Ele.

Uma só carne- Outro fundamento importante é o tornar-se uma só carne, e o que seria isso? Todos nós temos um instinto de sobrevivência, evitamos a fome, a dor, à morte e buscamos nossa felicidade. E, quando nos tornamos uma só carne, esse instinto vai passar a envolver o outro, que não é mais o outro, pois nos tornamos apenas um, e isso é a coisa mais linda que pode acontecer, pois faremos de tudo para proteger, cuidar, alegrar, amar nosso conjuge, pois ele se tornou um conosco, e, na verdade, estamos cuidando de nós mesmos, parece estranho, mas, quando entendemos que o outro é um em nós, muita coisa muda de figura. Já repararam como relevamos nossos erros, como sempre achamos desculpas para nossas falhas, como somos complacentes e pacientes conosco? Pois é, se já não somos duas pessoas, mas apenas uma, então tudo isso deveria se estender ao outro, fácil ? Não. Um caminho difícil, um aprendizado diário, pois o egoísmo, geralmente toma conta e tendemos a ver apenas o nosso lado, esquecendo que somos apenas um. Ver apenas um lado, é se separar estando juntos!

As diferenças- Quando casamos, temos que considerar que duas pessoas diferentes se tornarão apenas uma, e essas diferenças podem fazer o todo bem melhor, abrir horizontes, ampliar nossa visão, trazer coisas novas a nossa existência. Então, um olhar diferente do nosso pode contribuir para que cresçamos como pessoa!! Agora, se rejeitarmos o que não conhecemos, perdemos a oportunidade de crescer. Dizem que os casais que possuem características, vivências, gostos e poder econômicos parecidos tem mais chance de dar certo. Talvez a adaptação seja mais fácil, mas o enriquecimento seja mais pobre, pois pouco acrescentarão ao outro. Então, viva as diferenças! Podemos aprender com elas, vê-las como oportunidades de crescer. É claro, vai doer um pouco adaptar-se, achar pontos para ajustar, colocar um óleo aqui e ali, mas isso faz parte do processo de crescimento.

O amor - Existem alguns sentimentos que podem colocar tudo a perder: o orgulho, o egoísmo, a mágoa que gera a falta de perdão, eles vão minando nosso coração, destruindo nosso casamento. O amor é confundido com sentimento, mas ele é uma decisão, uma atitude, pois se confiarmos em nossos sentimentos, eles nos enganarão.

Conflitos - Quando os conflitos aparecem e olhamos apenas com a nossa perspectiva, geralmente não encontramos soluções, tentamos resolver tentando impor aquilo que achamos certo, que aprendemos como solução, sem ao menos ouvir o outro de verdade, pois, às vezes, escutamos mas não ouvimos. Lembrar que o objetivo é a harmonia, o bem estar da família, a felicidade, e não uma disputa de opiniões, de verdades, de quem está certo. Conversar querendo encontrar uma solução, mesmo que ela não seja a minha.

Investimento - Investimos no que acreditamos, no que achamos importante, é uma escolha. O casamento precisa de investimentos. Se doar ao outro, dar: seu tempo, sua alegria, suas forças, seu ânimo, levantar o outro, incentivar, motivar, apreciar, elogiar, acariciar, tocar, abraçar, presentear.... são muitas formas de investir!

Dificuldades - Buscar ajuda, quando estamos com dificuldades é uma decisão a ser feita, e a primeira pessoa que devemos buscar é Deus, nosso orientador, Deus pode fazer o que não podemos. Uma ajuda profissional, quando o casal tem dificuldades em se comunicar pode ser um momento precioso, de restauração. Agora, não espere mudanças no outro, busque onde você pode melhorar e mudar." Claudia Pinho

Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará. Salmos 37:5

Escrevi esse texto pensando nas famílias que estão sendo destruídas, espero que ele ajude de alguma forma.bjs ,Claudia