C A H E R J

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Capelania Evangélica do Rio de Janeiro

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Quando os cristãos poderiam/deveriam processar outros

Quando os cristãos poderiam/deveriam processar outros
Por: Ruth A.M. Ross

Introdução
           Frequentemente, a questão é colocada: "Como cristão, é correto que eu vá a Juízo propor uma ação judicial ou buscar um remédio judicial?"  Alternativamente, "na nossa era moderna, é algo realista atravessar a vida simplesmente 'dando a outra face'" ?

           O Conflito é inevitável porque Deus nos fez diferentemente, com capacidades individuais para pensar, reagir e responder.  Conflitos não solucionados e prolongados dentro das congregações ou entre cristãs é particularmente problemático, porque deveríamos ser conhecidos "pelo nosso amor uns pelos outros" (1 João 3:11 "Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros..." - 1 João 4:7 "Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus".)
            De acordo com a Escritura em 1 Co 6:11 ("Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus"), um quando um cristão processa outro isso, em si, já é uma derrota.  É o que aparece no texto em que Paulo fala especificamente a cristãos, em oposição aos não cristãos, enquanto usa palavras como 'crentes' ou 'irmão' e não ir a juízo perante os 'ímpios'.  Paulo recomenda que nós levemos nossas disputas perante 'os santos' ou crentes sábios que estejam em melhor posição para prover um julgamento.  Reconhecendo o escândalo causado por litigância entre cristãos, bem como a devastação do testemunho cristão, Paulo diz que seria melhor aceitar o prejuízo que ir perante os impios resolver um disputa.
            Alguns podem argumentar que essa passagem também limita ações judiciais contra os não crentes. Porém, a clara referência a 'irmão indo a juízo contra irmão' exclui tal conclusão.  Certamente, deve haver razões por que um cristão poderia decidir não acionar judicialmente um não cristão e algumas dessas razões serão examinadas abaixo.
             As cortes civis foram instituídas para decidir disputas entre partes que não podem se resolver por si mesmas.  Enquanto as cortes fazem seu melhor, muitas disputas emergem das fontes básicas do pecado ou da injustiça no coração da humanidade (onde as cortes seculares são incapazes de alcançar).  Os cristãos não são imunes a essas lutas, e frequentemente não podem encontrar uma solução para a raiz de suas disputas.  Essas questões que emergem do coração são melhor ministradas pela igreja, como Deus ordenou. Assim, a inequívoca admoestação de Paulo é de que levemos essas disputas perante os 'justos'.
              A igreja primitiva levou as instruções de Paulo a sério e apontou seus próprios anciões para julgar as disputas civis entre seus membros.  Tais 'cortes' do primeiro século aparentemente ganharam uma reputação tão forte que atraíram não cristãos e que, por fim, eram consideradas as cortes mais importantes na Europa por seis séculos.

É sempre correto para uma cristão processar outro cristão ?
             Os cristãos frequentemente discordam sobre como aplicar essa passagem da escritura (1 Co.6:11). Não podemos dizer categoricamente que esta passagem exclui toda possibilidade de processos judiciais entre cristãos hoje.  A realidade impõem que haverá tempos em que cristãos serão envolvidos em ações judiciais, sejam elas movidos por eles ou contra eles.  Embora ninguém goste do conflito dos procedimentos judiciais, em alguns casos eles podem ser necessários.  Todavia, antes de começar uma ação legal, é recomendado que certas condições sejam preenchidas.
              Mais importante: os cristãos deveriam exaurir todos os recursos disponíveis usando métodos bíblicos através da igreja ou outras formas de trazer solução pacífica.  Embora Jesus tenha abençoado os pacificadores (Mateus 5:9 -"Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus".), os evangelhos registram pouco sobre seus ensinos acerca de meios práticos para conseguir a paz.  A escrituras instrui os crentes a resolver suas disputas de acordo com Mateus 18:15-20 - (texto sobre 'como se deve tratar a um irmão culpado').
              De fatos, esta é a única passagem da escritura que registra um procedimento para ser seguido na tentativa de resolver disputas.  Onde for necessário, essa orientação carrega a responsabilidade de iniciar a paz por meio de um encontro frente a frente para comunicar abertamente, discutir diferenças honestamente e genuinamente ouvir sobre os pontos de vista do outro.  para fazer isso pode ser necessário, também, procurar conselheiros ou mediadores para ajudar na reconciliação.
               Essa conduta deveria trazer solução para a maioria dos casos.  Pode ser possível que os líderes da sua igreja arranjem um encontro entre você e seu adversário ( ou os lideres da igreja dele) para resolver a disputa.  Ambas as partes podem escolher apontar uma terceira pessoa ou pessoas e concordar em se obrigarem pela decisão daquela(s) pessoa(s).  Onde a questão envolver abuso físico ou sexual, as partes podem (devem) considerar envolver a polícia ou as cortes desde o início e, onde for apropriado, concorrentemente com a igreja.  Por causa da complexidade da maioria das disputas, o potencial para o desequilíbrio de poder e a necessidade de pareceres legais independentes, as partes fariam bem em incluir um advogado cristão no processo.
                Por fim, a disputa pode prosseguir nas mãos dos advogados, com ou sem a sua sanção, não obstante seus melhores esforços para resolver a causa.  Muitos advogados recomendarão formas alternativas de solução de disputas ao invés de propor uma ação judicial.  Esse assunto é discutido extensivamente em um artigo que está sendo publicado pela mediadora e advogada Valerie A. Hazlett, intitulado Mediação: Resolução Criativa de Disputas.  A maiorias dos advogados hoje em dia é treinada em mediação e formas alternativas de resolução de disputas, incluindo modelos como Collaborative Law, especialmente em questões de família.
                Antes de proceder à discussão de outras pré-condições à litigância judicial, devemos enfatizar que alguns podem se autodenominar cristãos, mas podem não ser qualificados como 'crentes' ou ' irmãos' nos termos de 1 Co. 6:11.   Isso pode se dar, por exemplo, em caso de crentes excluídos por disciplina interna da igreja, ou porque se recusam a submeter-se à igreja ou à apropriada autoridade espiritual.  Tal ofensor pode não se qualificar como 'crente' dentro do contexto dessa passagem, que adverte contra ir à corte contra tal pessoa.


Outras condições e considerações antes de propor uma ação judicial:

Reconheça o quanto Cristo perdoou você e com tal reconhecimento, e em obediência a Cristo, perdoe seus ofensores.  frequentemente as ações judiciais começam com uma motivação errada.  Seja cuidadoso para que isso não seja uma busca por vingança, provocada por um propósito maior que interesse próprio - Fp 2:3-5 ("Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.  Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.  Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus...") e Mateus 6: 11-15 (oração dominical).

Ouça o conselho dos seus lideres eclesiásticos e do outros sábios e espirituais e espirituais que estejam de fora do assunto.  Considere o conselho de um advogado cristão em pesar as consequências a ação apropriada.  Se sua liderança eclesiástica e sábios conselheiros acreditam se inapropriado ingressar com a ação, você fará bem em ouvi-los e desistir. ( Provérbios 11:14 -"Não havendo sábia direção, cai o povo, mas na multidão de conselheiros há segurança...")

Esteja certo de que suas ações em buscar a ação sejam consistentes com a escritura.  Do contrário, esteja certo de que a escritura não proíbe a ação que você planeja executar.

Se você está buscando fazer valer um direito, lembre-se de que nem todos os 'direitos' são biblicamente baseados.  Ao contrário, em muitas instâncias, um cristão é conclamado a dessistir de direitos, caminhas mais uma milha, dar sua túnica a seu irmão e dar sua vida pelo outro.  Pergunte a se mesmo, "Essa ação vai trazer a glória a Deus, ajudar outros ou fazer avançar o Reino de Deus de alguma forma"? ( 1 Co 10:23-33)

Faça as contas do custo.  Litigar pode ser bastante caro, não apenas em termos financeiro, mas em termos emocionais, físicos e espirituais também.  No fim, acaba cobrando um pedágio em mais que apenas as partes principais da disputa.  A onda de choque da ação legal no tempo impacta famílias, amigos e igrejas inteiras.

Pese a importância dessa questão à luz da eternidade.  Se a questão vier a causar impacto sobre seu testemunho ou causar tropeço a outros, talvez o Senhor lhe peça para sofrer a perda ao invés de prosseguir. ( Rm. 14:13"Não julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão;  1 Co. 10:23-33;  1 Tm 4:12"... de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar.")

Considere como você prefere gastar ou investir seu tempo.  Não é incomum que uma ação demore anos para ser resolvida.  Pergunte a si mesmo, se você tivesse apenas um tempo limitado para viver, quão crítico seria continuar com a ação judicial ? ( Salmo 90:12 "Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio".)

Explore métodos alternativos para solucionar a causa rapidamente com seu adversário.  Com o passar do tempo, os conflitos frequentemente ficam mais difíceis de serem solucionadas ( Mateus 5:25"Entre em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz, ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão".

Examine a atitude do seu coração, e considere se essa situação não é um processo pelo qual Deus pode mostrar a Si mesmo forte e revelar seus divinos propósitos através do seu sofrimento, e não o momento de encontrar satisfação pessoal, limpar seu nome ou proteger sua reputação. (Fp 2:3-11; Fp 3:7-14; 1 Pe 6:7)

Considere os seus caminhos.  Eles estão dando satisfação a Deus, ou há uma necessidade de consertos, pedir perdão ou mudar suas ações para acalmar a disputa e curar o relacionamento?  Seguir o caminho correto de ação pode realmente trazer a paz entre você e seu inimigo. ( Provérbios 16:7 "Sendo o caminho dos homens agradável ao Senhor, este reconcilia com eles os seus inimigos".)

Conclusão:  esta foi uma tentativa abreviada de discutir um tópico muito amplo e complexo, e como todo bom advogado, penso que seria sábio terminar com uma advertência.  Como cada série de circunstâncias é única, seria impossível ter uma resposta apropriada para cada uma.

Seria bom que você buscasse sábios conselhos por intermédio de um pastor, advogado cristão ou conselheiro (cristão).  Deus nos chamou para o ministério de reconciliação, e assim nos chamou para reconciliar relacionamentos por intermédio da imitação de Cristo.  Temos de perseguir a paz e não ambições egoístas. ( Sl 41:1-4; Tg 3:13-18).  Lembre-se do que Jesus disse quando nos advertiu a não nos apegarmos a regras legais mas a considerar as mais significativas questões da lei - justiça, perdão e fidelidade Mateus 23:23.  Lembre-se de sua herança cristã, do poder da oração, das promessas de Deus sobre protegê-lo e do Justo Juiz em quem você põe sua confiança ( Is 54.17; 2 Tm 4:18).  Por fim, considere o maior advogado de todos como seu melhor exemplo.  No fim, apenas você pode decidir acerca de que o Senhor requer de você.









































           






















domingo, 29 de setembro de 2013

CAPELANIA HOSPITALAR CAHERJ


CAPELANIA RJ CAHERJ



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II SEMINÁRIO MEDICINA PARA A ALMA 31OUT2013 SP

II SEMINÁRIO MEDICINA PARA A ALMA 
31 OUTUBRO 2013 - SÃO PAULO
LOCAL: Hospital de servidor Público Estadual SP
informações:(11) 45738051/9070
e-mail: integralidadeeventos@iamspe.sp.gov.br

RETIRO ESPIRITUAL "+VIDA - Deus pôs a eternidade no coração do homem"


RETIRO ESPIRITUAL 29 NOV a 01DEZ 2013

"+VIDA - Deus pôs a eternidade no coração do homem" Ec 3.11

LOCAL: Sitio das Águas - Itaboraí - RJ
www.sitiodasaguasrj.com.br

Preletores
Pr Henrique Araujo Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Betel, Mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil
Pr. Neander Kraul de Miranda Pinto, Diretor do Seminário Betel RJ...
Pr Edson Tinoco ( Rede Missionario Sal e Luz ). Prof Seminário Betel
Pr Bruno Oliveira ( capelão do INCA IV - Terminalidade de vida )

Promoção: Missão Betel - Seminario Teologico Betel RJ
Coordenação: Capelnia RJ CAHERJ

INVESTIMENTO:
até 25out13 - 2 x R$ 73,00
até 25nov13 - 1 x R$ 155,00

DEPÓSITO BRADESCO agencia 2489 cc 1076-6
crédito para: ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA DA FÉ
CNPJ 34.351.056/0001-02

enviar comprovante pagamento - washington.campello@gmail -

POSSIBILIDADE DE PASSAR O DIA (30NOV sábado) incluindo almoço
0 a 5 anos - gratis
6 a 11 anos - R$ 15,00 por pessoa
acima de 11 anos - R$ 32,00 por pessoa



segunda-feira, 24 de junho de 2013

CAPACITAÇÃO DE VISITADORES VOLUNTÁRIOS A ENFERMOS RJ 29JUN2013


CAPACITAÇÃO DE VISITADORES VOLUNTÁRIOS A ENFERMOS

Data: 29 JUNHO sábado 9 as 17horas

Local- Auditório do Hospital Semiu
             Av.Vicente de Carvalho,1159 Vila da Penha RJ

Contato: Capelão Antonio Guedes (21) 99913837
                e-mail: acaherj@gmail.com

inscrição:  R$ 20,00 (vinte reais|) 
                   apostila + locação equipamento video/som
objetivo:formação de equipe de vistadores a enfermos para atendimentos a unidades de saúde em:  Vila da Penha RJ + Meier RJ + Nova Iguacu RJ

O que é Capelania ?

“O ministério de Capelania Hospitalar Evangélico é a prática do amor por Cristo e pelo próximo, vestido em roupas de trabalho.”
É levar esperança aos aflitos, quando esses relatam suas dores e medos aos ouvidos atentos de quem experimentou na pele a dor e a perda e, consolado por Deus, se dispõe a levar o consolo a outros.  Um trabalho humanitário de solidariedade, uma tênue luz de esperança, confortando e ajudando o enfermo a lidar com a enfermidade, a engajar-se ao tratamento médico indicado, e até mesmo a preparar-se para enfrentar a morte, quando não há expectativas de cura mesmo a preparar-se para enfrentar a morte, quando não há expectativas de cura aflige, é sempre a graça, a misericórdia e o amor de Deus, em Sua busca por amizade e comunhão com o ser humano através de Cristo, que nos oferece o perdão e a vida abundante e eterna.

Missão da Capelania

A Capelania tem como missão atuar nos hospitais através de voluntários capacitados que levam amor, conforto e esperança aos pacientes, familiares e profissionais da saúde, vivendo a fé cristã através do atendimento espiritual, emocional, social, recreativo e educacional, sem distinção de credo, raça, sexo ou classe social, em busca contínua da excelência no ensino e no ministério de consolo e esperança eternos.

Os benefícios para os hospitais.

Os hospitais que contam com este ministério são melhor conceituados por terem visão holística, renovando a esperança  e a força para lutar e trazendo novo desejo de vida aos pacientes hospitalizados ou em tratamento ambulatorial.  Em muitos casos, a Capelania ajuda a preparar o paciente terminal e sua família  para enfrentar a morte próxima, trazendo-lhes consolo e esperança da vida eterna.

O cristão e a Politica - Fanklin Ferreira

Postado em 24/06/2013 sob Franklin FerreiraOutros,

O que o cristão deve pensar sobre política? Na última Conferência de Jovens perguntamos a Franklin Ferreira sobre o assunto e ele deu algumas diretrizes no vídeo abaixo. Lembrando que a gravação se deuantes dos protestos, então, não haverá nenhuma referência sobre elas.